Proposta do Paraná quer valorizar trabalho dos coletores de lixo de rua

Nos últimos anos, o Estado do Paraná tem se destacado como um grande exemplo nacional em práticas sustentáveis e crescimento socioeconômico. Com o objetivo de valorizar os homens e mulheres que contribuem diretamente para que as cidades paranaenses se mantenham limpas e organizadas, a Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) passou a discutir neste mês de julho o projeto de lei que cria a Política Estadual de Valorização aos Profissionais de Coleta de Resíduos e Limpeza Urbana no Paraná.

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O texto, apresentado pelo deputado Ney Leprevost, quer reconhecer a importância desses trabalhadores para a saúde pública, o meio ambiente e a qualidade de vida da população paranaense. De acordo com a proposta, a nova política terá como principais objetivos destacar a carreira dos profissionais de coleta de resíduos e limpeza urbana, além de promover ações educativas e de conscientização junto à população paranaense. O texto busca, também, apoiar os municípios na modernização de equipamentos que auxiliam nas atividades desses trabalhadores, visando melhorar as condições de trabalho e a segurança; e colaborar com os órgãos responsáveis para uma fiscalização rigorosa das normas de segurança e saúde no trabalho.

“Devemos implantar políticas públicas nos municípios para garantir melhores condições de trabalho e remuneração justa aos profissionais. Bem como oferecer na rede estadual de saúde serviços de atenção e saúde específicos para esses trabalhadores, para a saúde física e mental de quem limpa nossos espaços”, destaca Ney Leprevost. “Queremos estabelecer, por exemplo, que os órgãos públicos garantam que os profissionais de coleta de resíduos e limpeza urbana tenham acesso gratuito a sanitários e água potável”, complementa.

Apesar da relevância do trabalho, os profissionais responsáveis pela limpeza das cidades paranaenses frequentemente enfrentam condições problemáticas, como longas jornadas, exposição a itens perigosos e falta de equipamentos adequados. “Precisamos valorizar esses trabalhadores. É fundamental não apenas em termos de justiça social, mas também para garantirmos que possam desempenhar suas funções de maneira segura e eficiente”, completa o deputado.

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