Sistemas do TSE e TREs ficam indisponíveis até terça-feira

A Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (STI/TSE) realizará uma atualização de segurança nos sistemas operacionais dos servidores do órgão nesta segunda-feira, 8, a partir das 20h. 

A previsão é que o procedimento de atualização do sistema do TSE seja concluído até as 7h desta terça-feira, 9. Durante este período, vários sistemas serão afetados. Entre eles:

  • Processo Judicial Eletrônico (PJe); 
  • Sistema Eletrônico de Informações (SEI);
  • Diário da Justiça Eletrônico (DJe); e 
  • Portais do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs).

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Segundo nota do TSE, será realizada a atualização de patches, ou seja, “correções e atualizações disponibilizados pelos fabricantes para ajustar eventuais vulnerabilidades.” A ação dá continuidade à iniciativa de atualização dos softwares. 

“A aplicação de correções aprimora, ainda mais, os níveis de segurança cibernética na Justiça Eleitoral e busca evitar, ao máximo, o impacto nos sistemas de informação do tribunal”, esclareceu o tribunal.

Atualização do sistema do TSE ocorre três meses antes das eleições municipais

Uma das formas de auditoria e fiscalização do TSE é o código-fonte da urna eletrônica. Ele define como um programa vai operar, semelhante ao código-fonte do seu computador.

A disponibilização do código-fonte da urna para auditoria é uma exigência legal, implementada pelo TSE. Desde 2002, essa auditoria é prevista na Lei das Eleições —Lei nº 9.504/1997. Tradicionalmente, a inspeção era realizada nos seis meses anteriores às eleições. No entanto, desde o pleito de 2022, esse período foi ampliado.

O código-fonte da urna e dos sistemas eleitorais a serem utilizados nas Eleições 2024 está disponível para inspeção pelas instituições fiscalizadoras habilitadas há nove meses.

A disponibilização começou durante o evento de lançamento do Ciclo de Transparência – Eleições 2024, realizado em outubro do ano passado. Até agora, o partido União Brasil (União), a Sociedade Brasileira de Computação (SBC), o Senado Federal e a Controladoria-Geral da União (GCU) já realizaram a fiscalização.

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