Kiko Loureiro tenta convencer Regis Tadeu por 40 minutos que Angra não é boy band


Durante episódio do Sem Filtro, Lobão, Paulo Baron e Kiko Loureiro tentaram convencer Regis Tadeu que o Angra não foi criado como uma boy band. Confira o bate-papo abaixo.

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Kiko Loureiro

“Você falou que somos uma boy band. Me admira você dizer que é um crítico musical e dizer isso. Eu discordo completamente! [risos] Isso é tipo Menudo, Dominó etc. Uma gravadora faz um teste. Pode ser tipo o Rouge. Eles checam se a pessoa sabe dançar e tal. No caso do Dominó, o repertório foi comprado do México. Tem uma produtora, como foi o Gugu Liberato. Eles selecionam candidatos com aparência.

Um bonito, um malvado etc. Como as Spice Girls. Tem o fortão, esportivo e tudo mais. São os arquétipos. Qualquer outra banda, como o Angra, não é assim. O Angra tinha o Andre Matos, que estava no Viper. Ele tinha um empresário, como qualquer outro caso. Ele estudava junto com o Rafael Bittencourt. O Toninho não abriu vagas para a banda. Eu estava lá! Se você fala em boy band, pensa em Menudo. Eu tocava com o Rafael antes. Conheci ele quando tinha 17 anos. O Rafael conhece o Andre Matos.

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O Marco Antunes já tinha tocado no Dominó comigo. Vi como funciona uma boy band. O Rafa tinha estudado com o Luis Mariutti na escola também. Ele era conhecido como o melhor baixista da época. O Andre Matos saiu do Viper. O Toninho sabia que se tivesse uma música tipo a do Viper nova, poderíamos mandar para o Japão. Naquela época, tinha que ter empresário. Tem que ter um fio de conexão com algum lançador.

Fomos nesse caminho. Hoje tem as redes sociais. Tem que se fazer aparecer na internet. Antes, precisávamos ser escolhidos por alguém. Tinha um elo com a gravadora JVC, do Japão. O que fazia o elo era um cara na Alemanha, que tinha sido empresário do Helloween. No Brasil, o metal nos anos 1980 já tinha começado com o SP Metal e o Sepultura, mais algumas como Dorsal Atlântica. Tinha a Rock Brigade, que era a única revista. Estávamos cortando mato. Quando o Rafael conhece o Andre na faculdade, decidem montar uma banda”.

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Regis Tadeu

“Uma boy band é reunida propositalmente por uma terceira pessoa fora, que você sabe bem que era o Toninho. Ele reuniu músicos para juntos formarem um projeto. Isso capitaneado por alguém de fora. Toda boy band começa desse jeito. Uma figura central arregimentando músicos. No caso do Menudo, por exemplo, todos eram iguais. Não tinha o malvado lá.

No caso do Angra, foi o Toninho que criou todo o projeto de uma banda para aproveitar o sucesso que o Andre Matos tinha no Viper no Japão. Várias situações podem ser aplicadas. Eu não estava lá, mas tenho conhecimento. Vocês estão fechados num conceito. Ela pode ter vários formatos e mecanismos, mas não deixa de ser. O Bay Citty Rollers era uma das mais famosas da Inglaterra. Era boy band. Na Europa, nos anos 1970, era estourado. Eram caras bonitinhos. Foram arregimentados”.

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Lobão

“A boy band para ser boy band, tem uma intenção diferente. O empresário chega com um conceito. Eles não têm autonomia nenhuma, são descartáveis. Eles não têm repertório próprio. São guiados por uma força que não está na banda. Vocês eram todos colegas de colégio”.



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